quarta-feira, 9 de julho de 2014

28° dia: Argentina vai à final e Brasil enfrenta a Holanda pelo 3º lugar



A Argentina conseguiu passar para a final nos pênaltis, depois de duas defesas do goleiro Sergio Romero. Ele parou as cobranças dos holandeses Vlaar e Sneidjer, e levou os nossos maiores adversários para onde tanto queríamos estar: na decisão da Copa.
Alemães e argentinos disputam o título no próximo domingo (13), às 16h (de Brasília), no Maracanã, no Rio. Será a terceira final de um Mundial entre as seleções. Em 1986, a equipe de Maradona venceu. Quatro anos depois, o time germânico levou a taça. Agora vem o tira-teima. 
A partida desta quarta-feira (9), na Arena Corinthians, em São Paulo, definiu o adversário do Brasil na briga pelo terceiro lugar. A seleção enfrenta os holandeses no sábado (12), às 17h, no Mané Garrincha, em Brasília. Eles foram algozes do Brasil em 2010, quando a seleção deixou a Copa nas quartas de final. Na competição na África do Sul, foram dois gols dos holandeses contra um brasileiro, em uma vitória de virada.
Nos 120 minutos do jogo de hoje, ninguém marcou gol. Holanda e Argentina entraram em campo tão preocupadas com o que a outra ia fazer que esqueceram de jogar. Ao término dos 45 minutos iniciais, foram apenas quatro finalizações – três dos argentinos e uma dos holandeses.
O medo de perder continuou ditando o ritmo do jogo no segundo tempo. A diferença é que a Holanda passou a ter mais posse de bola. A partir dos 20 minutos, a Argentina deixou de ser passiva e adiantou a marcação. Pegando forte no meio-campo, obrigava a Holanda a trocar passes no campo defensivo, e o jogo ficou mais monótono ainda.
A prorrogação parecia inevitável. Quando começou, holandeses, como Arjen Robben, mostraram fôlego extra, mas não adiantou. A decisão foi para os pênaltis. Na primeira cobrança, Vlaar chutou para defesa de Romero. A torcida azul explodiu. Na penalidade de abertura da Argentina, Lionel Messi. A bola foi para um lado, e o goleiro holandês Cillessen para o outro, e gol. Em seguida, Robben e Garay fizeram, até que Romero novamente conseguiu parar um chute, vindo de Sneidjer. Daí em diante, os hermanos ficaram em contagem regressiva para a festa. Agüero marcou, Kuyt também, e Maxi Rodriguez garantiu a vaga na final. O placar dos pênaltis terminou em 4 a 2.
Fonte: http://g1.globo.com/mundo/blog/o-dia-na-copa/1.html

Presidente de Uganda sanciona lei que pune gays com prisão perpétua

Medida também estabelece prisão para quem não denunciar homossexual. Legislação é mais branda do que proposta inicial, que previa pena de morte.

A homofobia na África volta à pauta internacional. O presidente de Ugandasancionou nesta segunda-feira (24) uma lei que torna crime a homossexualidade e pune com prisão perpétua quem cometer ‘atos gays’, como sexo com menores e deficientes físicos, mas vale também para “repetidos atos sexuais consensuais entre adultos”. A medida também estabelece pena de prisão até para quem souber da existência de um homossexual e não denunciá-lo.
Segundo o presidente Museveni, a lei significa uma luta contra o “imperialismo social” ocidental. Ele acredita que o Ocidente está promovendo a homossexualidade na África. “Muitos homossexuais são mercenários, heterossexuais que se tornaram homossexuais por dinheiro. São prostitutas por dinheiros”, disse o presidente durante discussão no fim do ano passado.
Mais branda do que a proposta inicial, que previa a pena de morte, a lei de Uganda não é uma novidade na África. No mês passado, a Nigéria também decretou leis contra homossexuais e, neste domingo (23), o presidente do Zimbábue, Mugabe, disse em seu discurso de aniversário que o país não aceita a homossexualidade.
Fonte: http://g1.globo.com/globo-news/noticia/2014/02/presidente-de-uganda-sanciona-lei-que-pune-gays-com-prisao-perpetua.html

Olha as que já estão no clima com seus flyes!





Calendário de Paradas Gay pelo Estado de São Paulo 2014

DataCidadeUFEvento
23/03/2014ItuSP1ª Parada LGBT de Itu
04/05/2014São PauloSP18ª Parada LGBT de São Paulo
01/06/2014Santo AndréSP10ª Parada LGBT de Santo André e ABC
08/06/2014ItaquaquecetubaSP8ª Parada LGBT de Itaquaquecetuba
20/07/2014São João da Boa VistaSP6ª Parada LGBT de S.J.B.V. e Região
20/07/2014SaltoSP3ª Parada LGBT de Salto
27/07/2014São José do Rio PretoSP4ª A Parada é Nossa de S.J.R.P.
10/08/2014Mogi MirimSP1ª Parada LGBT de Mogi Mirim
10/08/2014PitangueirasSP3ª Parada LGBT de Pitangueiras
24/08/2014VotuporangaSP1ª Parada LGBTT de Votuporanga
31/08/2014SorocabaSP9ª Parada Gay de Sorocaba
14/09/2014Monte AltoSP9ª Parada LGBTT de Monte Alto
14/09/2014GuarulhosSP9ª Parada LGBT de Guarulhos
14/09/2014IndaiatubaSP5ª Parada LGBT de Indaiatuba
14/09/2014JundiaíSP9ª Parada LGBTT de Jundiaí e Região
28/09/2014PontalSP2ª Parada LGBT de Pontal
09/11/2014PiracicabaSP8ª Parada LGBT de Piracicaba
16/11/2014São CarlosSP5ª Parada LGBT de São Carlos
23/11/2014LimeiraSP5ª Parada LGBT de Limeira
30/11/2014MauáSP3ª Parada LGBT de Mauá

Padaria é processada por não fazer bolo gay

Uma padaria de uma família cristã na Irlanda do Norte foi processada diante da Comissão para a Igualdade após rejeitar a encomenda de um bolo para um casamento entre homossexuais.
A empresa Asher Baking Company, no condado de Antrim, rejeitou o pedido de um ativista de direitos gays, que encomendou um bolo com os bonecos dos personagens do programa de televisão “Vila Sésamo”.
A empresa, que tem mais de 20 anos, é propriedade da família McArthur.
Em um comunicado difundido pela Internet, o gerente-geral, Daniel McArthur, afirmou que os diretores da padaria “consideraram que o pedido ia contra as nossas crenças religiosas”.
Ansa
Fonte: http://uipi.com.br/noticias/geral/2014/07/09/padaria-e-processada-por-nao-fazer-bolo-gay/
          Confiram a sensação do momento, esse vídeo é babado e confusão, Leona vingativa! arrasando...



Polícias terão tropa para abordagem a gays

Até o fim do ano, 12 mil policiais civis e militares serão treinados para lidar com homossexuais

FRANCISCO EDSON ALVES
Rio - As polícias Civil e Militar do Estado do Rio de Janeiro serão as primeiras do país capacitadas para lidar com abordagens e atendimento ao público LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros). Nos últimos nove meses, 2,8 mil integrantes das duas corporações receberam orientações sobre o assunto de instrutores do Programa Rio Sem Homofobia, da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, em parceria com a Secretaria de Estado de Segurança. Até dezembro, dos cerca de 60 mil agentes das duas forças, pelo menos 12 mil (20% dos dois efetivos) passarão pelo treinamento.
Intitulado Jornada Formativa de Segurança Pública e Cidadania LGBT, o projeto, segundo o superintendente e coordenador do Programa Estadual Rio Sem Homofobia, Cláudio Nascimento, já apresenta resultados positivos. “Há cinco anos, registrávamos uma média de três denúncias por mês de abuso de autoridade policial contra homossexuais. Agora, não passam de três por ano. Quem recebe nossas instruções se torna multiplicador de informações entre os colegas de trabalho”, exalta o coordenador.
As orientações são aplicadas por 10 ativistas do Rio Sem Homofobia para turmas divididas em oficinas e que passam por seis encontros mensais. Até o final do ano, serão 70 reuniões. “Nossos instrutores fazem parte de um grupo multidisciplinar, que debate com os policiais noções de cultura, pedagogia, cidadania, direitos sociais, civis e penais, voltados para a comunidade LGBT”, detalha Nascimento. 
O coordenador do Rio Sem Homofobia ressalta que as conversas com os agentes de segurança esclarecem dúvidas e resultam em sugestões de como eles devem se comportar durante o trabalho, seja para evitar risos e chacotas, quando um homossexual se aproxima, até casos mais graves, como homicídios. “Não impomos nada. Na verdade, é uma troca de experiência, que tem rendido bons frutos”, garante.
O coordenador de Comunicação Social e porta-voz da Polícia Militar, o tenente-coronel Cláudio Costa, que foi comandante do 19º BPM (Tijuca), primeiro batalhão a receber a capacitação do Rio Sem Homofobia, adianta que todos os 45 mil policiais militares do estado passarão pelo projeto. “Essa iniciativa reforça o que o comando da PM sempre instrui: atender respeitosamente toda a população, independentemente da orientação sexual de quem quer que seja”, comenta.
Iniciativa fundamental para a solução de crimes 
Para o delegado da 72ª DP (São Gonçalo), Mário Omena, a iniciativa do Rio Sem Homofobia é fundamental para a solução de crimes envolvendo homossexuais. Segundo a avaliação da Secretaria de Direitos Humanos, as investigações de crimes ligados a LGBTs geralmente são relegadas a segundo plano, principalmente na Região Metropolitana.
“O Estado trabalha para o povo e por isso seus servidores não podem fazer distinção na prestação de serviços à população. Meus policiais são orientados neste sentido. Qualquer tipo de discriminação está passando a não combinar mais com as polícias”, enaltece Mário Omena.
Para auxiliar a polícia nos desvendamentos de crimes envolvendo homossexuais de uma forma geral, o programa Rio Sem Homofobia criou também o Disque Cidadania LGBT (0800 - 0234567) para facilitar as denúncias. A ligação é gratuita e o anonimato, garantido.
Orientações do Rio Sem Homofobia
Em todo o estado, as atividades do Rio Sem Homofobia foram realizadas em pelo menos 30 batalhões e delegacias. As principais orientações do Rio Sem Homofobia são:
Direitos Humanos: proteger os Direitos Humanos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, vítimas da criminalidade e abuso do poder;
Manifestações de afeto: não há lei que criminalize relações homoafetivas. Expressões entre homossexuais, como andar de mãos dadas, abraçar-se e beijar-se em público, podem gerar conflitos no espaço público, mas são livres;
Como nomear a pessoa abordada: o correto é perguntar a forma como a pessoa envolvida gostaria de ser chamada, se pelo nome de registro ou nome social (quando a pessoa pode escolher um nome feminino, masculino ou neutro);
Quem faz a busca pessoal na mulher transexual e na travesti: prioritariamente, o efetivo feminino deve realizar a busca pessoal na mulher transexual e na travesti;
Em caso de conflito: como em toda ação policial, devem ser considerados os procedimentos de segurança protocolares. O policial deve avaliar o grau de risco que a pessoa abordada oferece, considerando porte físico e de armas de ambas as partes, por exemplo;
Identificação documental: deve-se evitar repetir em voz alta o nome de registro da pessoa abordada, seja o registrado na cédula de identidade ou nome social.
Os Registros de Ocorrência devem conter obrigatoriamente o nome original e também o social.

Fonte: http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2014-04-07/policias-terao-tropa-para-abordagem-a-gays.html